quarta-feira, 4 de março de 2009

Projeto EDUCAN (SENAI EM Mairiporã)



EDUCAM
(Cursos profissionalizantes do SENAI)


EDUCAÇÃO E CAPACITAÇÃO MAIRIPORÃ



PROJETO DE INTRODUÇÃO DE CURSOS PROFISSIONALIZANTES NA REDE MUNICIPAL


MAIRIPORÃ 2008
“Conforme nos movemos para uma sociedade cada vez mais voltada para a informação, a determinação de como organizar os dados para maximizar sua utilidade torna-se problema muito importante.”
Peter Chen



“Nunca diga às pessoas como fazer as coisas. Diga-lhes o que deve ser feito e elas surpreenderão você com sua engenhosidade.”
George Patton




CONTEÚDO PRÉ-TEXTUAL
As informações relacionadas abaixo são essenciais que serão desenvolvidos ao longo do processo
· Comparação com estado atual e proposto na carga de trabalho, serviços de compilação e requisitos de atualização;
· Cronograma incluindo introdução, adaptação, testes, correções e uso pleno;
· Estudo os itens de mercado de forma comparativa e ponderada, considerando possibilidade de implementação própria;
· Análise dos custos e economias previstas;
· Identificação de cargos atuais e futuros, bem como planejamento de carreira de futuros ocupantes e aproveitamento de potencialidade;
· Avaliação de treinamento e preparação técnica para execução das atividades;
· Estudos para compra, reforma, aluguel, etc. de todas as influências contábeis de depreciação, manutenção, assistência técnica e criação ou ampliação de ambientes físicos próprios;
· Estudos de preparação técnica de RH, despesas gerais (recrutamento, consultoria externa, etc.);

· . Conscientização da diretoria e dos principais executivos / gerentes;
· Organização de um pré-projeto e em seguida de um projeto;
· . Caracterização do plano de trabalho, com detalhes sobre RH, estratégias, calendários de reuniões, cronogramas, operacionalização, etc.;

· Constituição de equipes de trabalho com macrovisão, envolvendo profissionais de várias áreas e conhecimentos técnicos, dimensionamento do grupo, etc.;
· Definição de um coordenador que terá como tarefas principais: estar em todas as reuniões e debates; liderar debate identificando negócios e oportunidades; declarar prioridades; entrevistar pessoas-chave para o projeto, etc. ;


· Levantamento das informações e projetos com foco nas estruturas organizacional atual e proposta,informações estratégicas sobre a empresa e áreas críticas, situação atual com relação à informática, levantamento de rotinas principais e prioritárias, definição de prioridades sob o ponto de vista estratégico, crítico e básico, etc.;

· Preparação de uma proposta de informatização com tópicos como: introdução, apresentação e defesa da proposta, apresentação de alternativas para o trabalho e o processamento, etc.;
Implementação do plano aprovado e elaboração do follow-up;

Alteração do que for necessário no plano para obter a eficácia no processo de projeto e implementação;
. Preparação de relatórios sobre benefícios reais atingidos de tempos em tempos.


1. INTRODUÇÃO
Este projeto tem como objetivo o ensino de cursos profissionalizantes.a jovens e adultos da cidade Mairiporã. Este tem como propósito aprovação da rede municipal de ensino e liberação da prefeitura da cidade para que seja introduzida de forma progressiva, com testes de adaptação, e liberados os cursos conforme maior necessidade da região em questão, ou seja, conforme parceria estabelecida com determinadas empresas cadastradas.A administração publica terá uma grande motivação com relação ao EDUCAM, pois a maior dificuldade na criação de um projeto desse nível é o estabelecimento de onde e como serão realizados estes cursos e a resposta é simples, - a rede publica que não há freqüência escolar noturna. O investimento EDUCAM é tão viável que já vemos exemplos de outras cidades como Franca, Nova Serrana dentre outras mais.
Os professores serão selecionados por maior nível de aprendizado e suas experiências. As aulas sobre os cursos ministrados serão elaboradas e liberados pelo professor responsável pela turma, classificando-as pelo nível de dificuldade e separando em seqüência de aulas. Será proposto ao final de cada aula que todos os exercícios sejam feitos, liberando a próxima aula. Se a nota dos exercícios atingir a média mínima proposta, o aluno estará habilitado para a próxima fase. Caso contrário, refará as aulas determinadas pelo professor. O aluno deverá possuir um cadastro na rede municipal.O acesso do aluno é registrado para que o professor possa acompanhar o desempenho e aula do mesmo.
A coordenação do projeto será de responsabilidade da secretaria de educação que encaminhará os respectivos diretores das escolas onde serão ministrados os cursos.
O desenvolvimento do Projeto será fundamentado em alguns sistemas já existentes na Web como o TelEduc (UNICAMP)\E O Educar (USP). Do Sistema TelEduc serão utilizados como modelo: Estrutura de acesso, agenda, atividades, exercícios de múltipla escolha, programação e correio. O material de apoio (conteúdo de aula) será uma mescla do Teleduc com o Educ@r. O estilo de apresentação didática do sistema Educ@r é o que mais se assemelha ao esperado no Sistema do projeto EDUCAM, pois trata de um enfoque específico: aulas de de cursos profissionalizantes.
O processo de avaliação e exercícios (questões de múltiplas escolhas, teste de programa e outros), comunicação através de sala de bate-papo e fóruns, poderão ser implementados em uma versão futura do EDUCAM.
É de extrema importância que o nível de qualidade da educação no país esteja sempre em ascensão, pois é possível ser facilmente observado que a educação de um povo tem estreita ligação com o desenvolvimento global. É com essa intenção que a Constituição da República Federativa do Brasil, em seu artigo 205 (1988 p.94), estabelece que:
A educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Destacando do texto contido na Carta Magna o trecho “dever do estado e da família” (CF – art. 205), nota-se a grande importância da família em desenvolver um trabalho conjunto e harmônico com o Poder Público Constituído, por intermédio de seus estabelecimentos de ensino, com o intuito de prover preparação geral do cidadão, proporcionando-lhe condições para o pleno exercício da cidadania.
Nesse mister, é de fundamental importância que todos os pais e/ou responsáveis tenham acesso aos registros e dados de controle da vida escolar dos estudantes menores de idade e pertencentes à suas respectivas famílias, reunindo então condições para o fiel cumprimento ao pertinente preceito Constitucional. Da mesma forma, não menos importante, é que essas informações estejam disponíveis para as famílias diuturnamente, a fim de que o controle, acompanhamento e tomadas de decisões no intuito de orientar, corrigir ou incentivar sejam efetuados de forma preventiva e em tempo hábil.
Atualmente, as famílias que têm crianças matriculadas e estudando na rede pública de ensino, freqüentando o ensino fundamental, têm informações de dados importantes no acompanhamento do desempenho escolar por ocasião de reuniões de pais e mestres, que, mesmo sendo bastante importantes e eficientes, não acontecem com a freqüência suficiente para que as decisões sejam precisas, preventivas e, muito menos, pró-ativas. Essa rarefação de contato do Estado por meio das escolas com a família, mantém distante dois organismos ou instituições sociais que têm a missão de desenvolver conjuntamente a educação. Com isso, observa-se que há dificuldades no exato e imprescindível cumprimento do preceito Constitucional inserto no artigo 205 da Constituição Federal, ratificado em outras legislações hierarquicamente inferiores, porém de aplicação mais direta na atividade de educação, como é o caso do Artigo 2° da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases)1.


1.2 JUSTIFICATIVA
1.2.1 A falta de qualificação
Olhar o campo "Contrato de Trabalho" na Carteira Profissional e ver tudo em branco é um drama para os jovens que buscam o primeiro emprego. A falta de experiência, aliada muitas vezes à pouca instrução profissional, leva a juventude às filas de empregos provisórios que não rendem mais que um salário mínimo mensal.
Encontrar emprego depois dos 40 anos ou antes dos 18 é uma missão difícil para quem reside no Oeste do Estado. Nos pequenos municípios a ausência de empresas industriais e até comerciais é o principal empecilho. Nos centros regionais, o maior problema é a escolaridade e a qualificação.Embora o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) mantenham inúmeros cursos de qualificação, as vagas técnicas nas grandes empresas demoram vários meses para serem preenchidas. O problema, afirmam as agências de emprego, é o desinteresse dos candidatos pelos cursos profissionalizantes e pela conclusão do ensino fundamental. A expansão no número de agricultores excluídos do campo, principalmente devido à dificuldade em obter rendas maiores, é o que faz a legião de desempregados com mais de 40 ou 50 anos aumentar em progressão geométrica. A maioria vem do campo sem nenhuma qualificação e dificilmente consegue emprego no comércio ou na indústria. Outros não se sujeitam à empregos em funções básicas e acabam amargando meses e até anos de espera por uma vaga.Para quem já está aposentado, as oportunidades são ainda mais escassas. Um das poucas alternativas para quem reside em Chapecó, por exemplo, é o supermercado Brasão, que através de um programa padrão de atendimento, decidiu contratar idosos e adultos acima de 35 anos para o setor de empacotamento. A iniciativa, segundo a gerente administrativa da rede
Neste processo, muitas empresas passaram por uma revisão da postura. “Ainda encontramos uma resistência, porque boa parte delas vê no treinamento um custo, e não um investimento ou forma de aumentar a produtividade. Deveria ser espontâneo, mas as coisas começaram a mudar depois do aumento das exigências da Petrobras”, analisa Ricardo Figueiredo, executivo de contas do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Macaé.



1.2.2 Requisição das Empresas
A escassez de profissional é um problema muito grande para todos, pois onde se inicia a maioria dos problemas para formação de novas empresas e também expansão das já existentes pelo motivo referenciado acima.
O mercado de trabalho almeja por profissionais com melhor qualificação e que saibam utilizar os aparatos tecnológicos. Assim, investir na educação é investir na qualificação, formação, desenvolvimento profissional, produtividade do trabalhador e, dessa forma, promover o crescimento econômico. O crescimento econômico de um país está estreitamente vinculado com a oferta e a demanda de capital humano, uma vez que o crescimento econômico está enlaçado com a democratização do poder de compra e qualidade de vida da população. Nessa lógica tem espaço para todos?
No panorama mundial temos visto surgir parcelas sociais organizadas em prol de idéias e ideais, as Organização Não-Governamentais. Algumas têm debatido os efeitos maléficos da globalização e vêm lutando por uma sociedade mais pacífica, justa e igualitária. Quem tem compartilhado destas idéias? E desta luta?

1.3 Objetivo do EDUCAM;
Dar oportunidade de formação profissional a todos;
Profissionalizar jovens e adultos;
Erradicar a ociosidade juvenil;
Proporcionar viabilidade de emprego;
Utilização da rede escolar publica para centro de qualificação profissional;
Criar certificado de alto nível ;
Criar parcerias com empresas;
Incentivar a vinda de mais empresas a nossa cidade;
Gerar profissionais de alto nível e salário acessível a estas;
Corresponder às necessidades das empresas com maiores oportunidades de emprego.;
Estabelecimento das previsões de equipamentos e usuários;
Preparação de relatório global com o resumo de todo o processo;
Sistematização para a avaliação, seleção e implementação dos equipamentos;
Indicação das aplicações específicas de cada equipamento ou ferramenta nos resultados esperados;
Criação de área de apoio para o processo ou suporte, para treinamento, desenvolvimento e acompanhamento das aplicações e das pessoas;
Avaliação da situação momentânea para o processo de introdução, mensurando o potencial básico (humano, material, etc.);

Prazos de todos os projetos, estimados para conclusão e acompanhamento;

Separação dos custos presentes para estudo de viabilidade econômica;
Divisão de subgrupos de desenvolvimento de projetos, bem como testes e controles d e cada projeto e suas inter-relações;
- etc.

1.4. Protagonismo Juvenil
1. Inserir a ética e cidadania voltada à ação juvenil na grade curricular de escolas públicas e particulares, a partir do ensino fundamental.
2. Promover capacitação continuada dos profissionais que forma trabalhar com ética e cidadania nas escolas.
3. Realizar um levantamento dos diferentes tipos de juventudes existentes em nosso município em um prazo máximo de seis meses, para que possa traçar programas específicos para cada grupo de jovens.
4. Fazer com que a gestão de eventos voltados à juventude (Conferências, fóruns e seminários) seja realizada por jovens através...
5. Desenvolver junto á associação de pais e mestre, ações de promoção do protagonismo juvenil com foco nas famílias dos estudantes.
6. Desenvolver com clube de mães e associação de moradores, ações voltadas ao Protagonismo Juvenil, com foco na família objetivando aumentar o número de multiplicadores no exercício da cidadania Juvenil.

2.Do Local e a Economia
2.1. Infra-estrutura

Como mencionado na introdução, o propósito de qualquer projeto com tal finalidade é de ter seu próprio local de funcionamento para um perfeito funcionamento. Aproveitando o espaço não utilizado de algumas escolas como (Nide Zaim Cardoso, Maria Zeza) onde não há freqüência escolar noturna e que se tornou um espaço inutilizado onde seria de grande viabilidade para administração publica pois já contem quase todos requisitos para o funcionamento do projeto.

3.CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROJETO
Para melhor compreender como funciona o desenvolvimento e o controle dos trabalhos de formação dos cursos existentes atualmente e qual a proposta desse trabalho, alguns detalhes são apresentados na seqüência. A preocupação desse capítulo não é fornecer informações técnicas, apenas expor o funcionamento desse processo.
3.1.Papéis e responsabilidades
a) Orientador: Professor lotado na instituição, responsável pela proposta e orientação do curso, ou seja, por acompanhar e avaliar o desenvolvimento do mesmo, propondo melhorias e sanando as dúvidas dos alunos.
b) Responsável por auxiliar na orientação do curso. Não é necessário que seja um professor da instituição, mas deve ter conhecimento específico da área que o trabalho se destina. Não é um papel obrigatório para o desenvolvimento do curso.
c) Coordenador: Professor lotado na instituição, responsável pela coordenação dos cursos, supervisionando o processo de desenvolvimento do curso, desde a avaliação dos temas até o controle e acompanhamento no decorrer do ano para obtenção do produto final.
d) Aluno: Responsável pelo desenvolvimento do trabalho com o auxílio do professor
3.1.1 Primeira etapa: Proposta e Avaliação de Temas
Os professores elaboram temas de trabalhos a serem desenvolvidos de acordo com a sua área de atuação. Para isso é preparado um breve resumo do propósito do trabalho e quais metodologias serão utilizadas para alcançar seu objetivo. O coordenador avalia a proposta, verificando a complexidade do tema e se o mesmo condiz com a área do curso. Após o aval do coordenador, as propostas são comunicadas para os alunos.
Alunos também podem propor temas, desde que haja um acordo com um professor para orientá-lo, já que a proposta deve submeter-se à avaliação do coordenador seguindo o mesmo processo descrito acima.
3.1.2 Segunda etapa: Aceite de Temas (formação das equipes)
Havendo interesse por parte dos alunos, é definida a equipe responsável por desenvolver o trabalho. O número de alunos a desenvolver o trabalho depende das normas de cada instituição, mas normalmente varia de um a três alunos por tema. O orientador elabora um documento com detalhes da proposta do tema (como título, descrição, objetivo, ferramentas, nome dos alunos, curso a que se destina etc). Esse documento deve ser assinado pelo orientador, co-orientador (se existir) e aluno(s), para documentar o aceite do tema, evidenciando as etapas constantes na proposta. Toda essa documentação gerada é arquivada pela secretaria da instituição de ensino superior.
3.1.3 Terceira etapa: Desenvolvimento do Trabalho
No decorrer do ano são realizadas reuniões entre orientadores, co-orientadores e alunos, onde é definido o cronograma a ser seguido, contendo detalhes de cada tarefa a ser realizada pelos alunos.
3.1.4 Quarta etapa: Avaliação do Trabalho
A cada bimestre os alunos são avaliados conforme o progresso das etapas estipuladas. Com base nessas avaliações, eles são qualificados ou não para a apresentação final do trabalho perante uma banca formada por professores. Para justificar a não qualificação de um aluno, as avaliações também devem ser arquivadas e controladas pela secretaria.
A banca de professores irá avaliar o desenvolvimento de cada aluno, a implementação realizada (caso haja) e a desenvoltura dos alunos. Ela pode reprovar, solicitar correções e até mesmo uma nova apresentação. Somente após a avaliação positiva e a entrega da versão final do trabalho contendo todas as correções solicitadas, a nota final é homologada e o aluno é aprovado no curso..

3.1.4.1 Professor: Um professor capacitado prepara a aula de acordo como conteúdo que deverá ser passado para seus alunos e o tempo disponível para o mesmo. Ele deve responder as questões caso impostas por algum aluno e ir até um local físico pré-estipulado para ministrar suas aulas de forma prática.

3.1.4.2 Aluno: O aluno tem como responsabilidade levar materiais para anotações e livros didáticos para acompanhamento das aulas pré-elaboradas pelo professor. Ele deve tirar suas dúvidas referentes ao tema discutido com seu professor.

4. Papéis e Responsabilidades

No modelo proposto, professores e alunos têm quase as mesmas responsabilidades de uma aula pratica, porém com um novo ator: o administrador do projeto.

4.1 Detalhando cada um deles:

4.1.1 Professor: Baseado nas responsabilidades anteriores o professor não necessita, neste novo modelo, se locomover até um local físico estipulado para ministrar as aulas. Porém necessita realizar um cadastro na rede publica, aguardar aprovação e liberação da sala, avisar os alunos ou aguardar interesse por parte dos mesmos por sua aula e à sala liberada no horário estipulado por ele. Para tanto, ter uma experiência larga e grande potencial em matéria de reconhecimento (graduação).

4.1.2 Aluno: Mantendo suas responsabilidades do modelo anterior, cadastrar-se na rede publica, definir seus interesses de conhecimento e na sala estipulada no horário previsto para a aula pelo professor.
.

4.2 Definição de Cadastro

O processo se inicia na inscrição, quando indivíduo se cadastra efetivando seus dados pessoais, formação/habilitação e seu interesse em áreas específicas tanto para participar de aulas e/ou ministrá-las.

4.3 Definição da Aprovação de Educadores

O candidato a educador deverá enviar seu currículo e certificados de graduação a prefeitura municipal, o tema, o projeto e conteúdo do curso que deseja ministrar, bem como dia e hora para devida aprovação pelos administradores do projeto.

4.4 Definição do Cadastro de Aulas

O educador já cadastrado e aprovado poderá criar cursos onde escolherá se sua aula será aberta a qualquer interessado ou fechada a um grupo de alunos já definidos por ele, assim como tempo e os dias das aulas.

4.5 Definição da Aprovação de Educadores

O candidato a educador deverá enviar seu currículo e certificados de graduação, o tema, o projeto e conteúdo do curso que deseja ministrar, bem como o dia e hora para a devida aprovação pelos administradores do sistema.

4.6 Definição do Cadastro de Aulas

O educador já cadastrado e aprovado poderá criar cursos onde escolherá se sua aula será aberta a qualquer interessado ou fechada a um grupo de alunos já definidos por ele, assim como tempo e os dias das aulas.

4.7 Definição de Aviso de Aulas Livres

O projeto, baseado no cadastro onde terá informações de interesses do aluno, enviará e-mail com os dados da aula de seu interesse.


4.8 Definição da Integridade da presença

O sistema enviará aos alunos uma palavra chave em seus e-mails no começo da aula, que deverá ser cobrada pelo educador quando o sistema o avisar do término da aula.


5. FERRAMENTAS

As ferramentas são essências para uma aula pratica e experiência dos alunos.Essas ferramentas serão introduzidas conforme necessidade dos cursos e proporcionalidade da demanda de aulas.
Alem dos mais requisitados cursos é preciso construir escolas públicas que oferecem cursos profissionalizantes gratuitos aos pobres e necessitados. Cursos Profissionalizantes Gratuitos:
Informática, Culinária ensinando a cozinhar e confeitar bolos para aniversários e casamentos, fazer doces e salgados para fora.Curso de Corte e Costura, bordado, artesanato, cabeleireiro, Técnico em Contabilidade, Auxiliar de Enfermagem, mecânica de carros, caminhões,caminhões, Eletricista,Curso de Reparador de Eletrodomésticos.Curso de idiomas: Inglês, Francês, Italiano, Espanhol, Grego, e...E muitos outros Cursos Profissionalizantes Gratuitos.

6. PARCERIAS


O objetivo da parceria é orientar e auxiliar as empresas no cumprimento do que determina a CLT - Lei nº 10.097, de 19 de dezembro de 2000, referente à contratação de mão-de-obra de menores de idade. As empresas são obrigadas, de acordo com a lei, a contratar um número de aprendizes equivalente a no mínimo 5% e no máximo de 15% dos trabalhadores existentes no estabelecimento, cujas funções demandem formação profissional. Neste contrato de trabalho, o empregador compromete-se a assegurar aos jovens, inscritos em programa de aprendizagem, formação técnico-profissional.
Permitindo a inserção e atuação cidadã de pessoas no mercado de trabalho, as ações de qualificação estão sendo executadas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que é vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com contrapartida do Estado, que chegou em boa hora para o benefício da população de Santa Luzia do Norte. Parceria entre o governo estadual e federal, a ação tem como objetivo atender a população prioritária da Resolução nº 333 de 10 de julho de 2003 do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).
Alem de parcerias com as empresas e de grande motivação que a prefeitura crie programa de incentivos fiscais e auxilia a novas empresas ,pricipalmente as de pequeno porte,as quais são maioria e que acabam sendo de maior representação municipal.



6.1.1 Exemplos de investimentos

Metas do Programa
Com o objetivo de aprimorar a gestão de seus investimentos sociais, a Petrobras estabeleceu um conjunto de metas que deverão ser atingidas até 2012:
INDICADORES E METAS DE DESEMPENHO
INVESTIMENTOS EM PROJETOS SOCIAIS
Priorização da Juventude
50% de jovens entre 15 e 29 anos no total de participantes dos projetos apoiados
Geração de renda e oportunidade de trabalho
70% de projetos com Planos de Negócio estruturados60% de projetos aptos à geração de renda e oportunidade de trabalho com tecnologia e/ou infra-estrutura incorporados pela organização60% de elevação da renda per capita média dos participantes do projeto
Educação para a Qualificação Profissional
20% do público participante dos projetos de qualificação profissional incluídos no mundo do trabalho80% dos participantes de cursos profissionalizantes e dos projetos de alfabetização com certificados de conclusão60% dos participantes de cursos profissionalizantes com certificados reconhecidos pelo Sistema Nacional de Certificação Profissional (SNCP)30% dos participantes de projetos de qualificação profissional com evolução de escolaridade
Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente
60% dos participantes dos projetos de educação complementar com melhoria de desempenho na educação formal80% dos participantes dos projetos voltados à proteção de crianças e adolescentes concluindo o período total de atendimento70% dos profissionais do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente em atividades de formação
Geração direta de empregos formais
10.000 postos de trabalhos gerados pelo investimento direto em projetos sociais
FORTALECIMENTO DE REDES E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS
Capacitação de organizações parceiras
60% dos integrantes das equipes técnicas ou representantes dos projetos apoiados concluindo os cursos de capacitação
DIFUSÃO DE INFORMAÇÕES PARA A CIDADANIA
Informações captadas
30% de e-mails lidos nas campanhas de comunicação dirigidas lançadas pela Petrobras10% de crescimento do número de acessos ao site do programa Desenvolvimento & Cidadania Petrobras5% de manifestações recebidas nos Fóruns de Discussão em relação ao público convidado

6.1.2 Onde buscar as parcerias:
O Núcleo de Oportunidades surge no mercado como uma forma de divulgar informações para orientar tanto empresas quanto profissionais. Entre em http://www.nucleodeoportunidades.com.br/ .
Na FGV, em Macaé, dependendo do número de funcionários, o valor da mensalidade pode cair de 10% a 15% se estabelecida uma espécie de convênio empresa/escola. Os cursos de pós-graduação fixos são voltados para o gerenciamento, mas existem outros temáticos de 40 a 60 horas, como o de Contratos e Licitações. Tel.: (22) 2762-0775.
Já o Cefet, que possui cerca de 1.500 alunos hoje, entre eles muitos jovens que estão se inserindo no mercado, possui um profissional designado a visitar as empresas para divulgar os cursos e treinamentos disponíveis, com o objetivo de traçar novas parcerias. A instituição oferece graduação, mas o foco principal são os cursos técnicos na área de soldagem, elétrica, mecânica, caldeiraria, instrumentação e inspeção de equipamento. Tel: (22) 2763-6530.
O Senai possui, há cinco anos, o setor de Relacionamento com o Mercado (Serem) que oferece uma cartela fixa e uma flexível de cursos, de acordo com as demandas específicas da empresa (em todos os níveis da empresa). A instituição oferecerá cursos em parceria também com o Prominp, na área de hotelaria marítima. Tel.: (22) 2791-9200.
O Senac passou por uma reformulação e, há três anos, instituiu os Executivos de Contas, responsáveis pelas parcerias com as empresas. Em Macaé, o trabalho deu tão certo que em julho, lançou o Restaurante Escola, para treinar profissionais do setor de hotelaria num convênio com a Petrobras, prefeitura e seis empresas do ramo hoteleiro e alimentício com custos 80% mais baixos. O expertise é na área de saúde, hotelaria, informática, turismo, segurança, SMS, meio ambiente, entre outros. Tel: (22) 2762-5016.
O Programa Quali-Rio da Bacia de Campos oferece grade de cursos variada e com carga horária fora do expediente de trabalho, com custos abaixo dos cobrados pelo mercado. O programa da Bacia é hoje a referência no estado do Rio. Tel.: (22) 2759-0478.
O Sebrae Macaé também se apresenta em constante expansão. Depois que instituiu o Arranjo Produtivo Local de Petróleo e Gás, no ano passado, disponibilizou ao mercado uma série de cursos de capacitação no setor de qualidade, de gestão, preparação para certificações e de desenvolvimento dos fornecedores. O contato é: (22) 2762-9894.
Lenep: o laboratório oferece cursos de graduação em engenharia de petróleo e pós-graduação. Segundo seu coordenador, existe a idéia de oferecer cursos de extensão para capacitação dos profissionais deste segmento. A proposta está sendo elaborada, com o objetivo de fazer parcerias com as empresas do setor. Tel.: (22) 2796-9700.
Funemac: um dos braços da Fundação Educacional de Macaé, a Femass fornece quase todos seus alunos graduados em Tecnologia da Informação para o segmento offshore, principalmente para a Petrobras. Já a Funemac, através do seu convênio com a UFRJ pretende expandir as opções na área de meio ambiente. Tel.: (22) 2762-2155.- Estácio de Sá:- Ibmec:- Salesiana:
Fonte: Click Macaé


7.Fundamentos históricos
7.1 Origem da educação
Tudo que se pode estudar em história, tem relacionamento com a história da educação, pois, o contexto educacional se desenvolve no tempo e no espaço, nunca ficando isento do contexto histórico, aliás, exatamente pelo contrário, faz parte da história geral. É importante, sempre que estudar educação, procurar fazê-lo estabelecendo íntima relação com a história geral, pois isso permitirá percepção acerca da concomitância existente entre a educação e todos os fenômenos históricos que se pode observar no sistema social estudado. Aranha (1996, p.19).
Conforme Aranha (1996, p.27), a história da educação tem seus primeiros estudos antes da existência da escola. Nos povos primitivos, por exemplo, a educação se dava pela imitação dos atos dos mais velhos pelos jovens, que se baseava no ajustamento da criança ao seu ambiente de convivência física e social, vale ressaltar que educação era constituída única e exclusivamente por meio da experiência das gerações anteriores. A educação por meio da imitação se dava de duas formas:
Em uma primeira fase, essa imitação era inconsciente e se caracterizava pelas brincadeiras das crianças utilizando instrumentos e métodos parecidos com os utilizados pelos mais velhos. Essa atitude era diferenciada nos diferentes sexos, pois os meninos imitavam os homens em suas atividades rotineiras de caça, pesca, lutas etc. e as meninas imitavam as mulheres em seus afazeres domésticos.
Na segunda fase, a imitação se torna um ato mais consciente, uma vez que, sendo exigido o trabalho da criança, passam a participar das atividades dos adultos e aperfeiçoam suas habilidades por imitação. Encontramos também, entre os povos primitivos, as cerimônias de iniciação, que se constituem de atividades importantes para a educação, que sempre se pode observar a importante participação da família e da sociedade, não importando a época ou seu desenvolvimento sociológico, sempre com ampla participação no processo de educação.
7.2. A educação no Brasil
A educação no Brasil tem seu início marcado pelo ensino dos jesuítas, que foram os responsáveis exclusivos por essa atividade durante mais de dois séculos. Nesse período, a educação baseava-se primeiramente em ensino religioso e costumes dos povos europeus. Percebendo a dificuldade em converter os indígenas à fé católica, sem lhes ensinar a leitura e a escrita, são criadas as escolas de primeiras letras.
No que diz respeito à educação no Brasil Colonial, afirma Aranha (1998, p.99):
Neste contexto, a educação não é meta prioritária, já que não há necessidade de formação especial para o desempenho de funções na agricultura. Apesar disso, as metrópoles européias enviam religiosos para o trabalho missionário e pedagógico, com a finalidade principal de converter o gentio e impedir que os colonos se desviem da fé católica.
E assim caminha a educação brasileira através da história, passando por diversas transformações. A educação no período republicano passa a despertar interesse e atribui, pela primeira vez no Brasil, a responsabilidade da educação também à família. Segundo descrito por Piletti e Piletti (1997, p.160) “Este princípio aparece também pela primeira vez na Constituição de 1934, que estabelece a responsabilidade solidária da família e dos Poderes Públicos pela educação (art. 149) [...]”.
Ainda segundo Piletti e Piletti (1997, p.176) “A primeira iniciativa da Revolução de 1930, no campo da educação, foi a criação do Ministério da Educação e das Secretarias de Educação dos Estados [...]”.
Em 20 de dezembro de 1961 foi promulgada a Lei n° 4024, que foi a primeira lei a estabelecer as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em todos os níveis.
Problemas políticos nacionais levaram a educação a passar por problemas, assim como outros setores da sociedade, conforme opinião de Piletti e Piletti, (1997, p.200):
A partir de 1964, a educação brasileira, da mesma forma que os outros setores da vida nacional, passou a ser vítima do autoritarismo que se instalou no país. Reformas foram efetuadas em todos os níveis de ensino, impostas de cima para baixo, sem a participação dos maiores interessados – alunos, professores e outros setores da sociedade. Os resultados são os que vemos em quase todas as nossas escolas: elevados índices de repetência e evasão escolar, escolas com deficiência de recursos materiais e humanos, professores pessimamente remunerados e sem motivação para trabalhar, elevadas taxas de analfabetismo.
Ainda segundo esses autores “Os números de que dispomos mostram que, mesmo em termos quantitativos, avançamos muito pouco. A maioria dos brasileiros continua excluída das oportunidades educacionais. Vejamos os dados”:
Tabela 1: Evolução das matrículas do ensino de 1° grau

* Matrículas correspondentes às oito séries do 1° grau.
Fontes: BEISIEGEL, C. DE R. Educação..., p.6. (Dados de 1960 a 1976.)
IBGE. (Dados de 1978 a 1989.)2
Em 5 de outubro de 1988 é promulgada a nova Constituição que agrega como diretrizes relativas à educação: objetivos, princípios, deveres do Estado, conteúdos, verbas e plano nacional de educação. Entretanto, referindo-se ao conteúdo do Art. 205 da Carta Magna, observa Piletti e Piletti, (1997, p.218) “Destaque-se a menção ao dever da família e à colaboração da sociedade, excluída dos princípios expressos no Manifesto do Fórum, que centraliza suas atenções no dever do Estado em matéria de educação”.


2 Dados da tabela 1 apresentados em PILETTI, N. e PILETTI, C. História da Educação. 1997 p176.
com o processo ensino-aprendizagem e não somente em atividades sociais, conforme enfatiza Piletti e Piletti, (1997, p.230):
A participação comunitária das famílias nas escolas é de fundamental importância para a educação, sendo que, essa participação deve ter relação direta
Entretanto, a integração escola-comunidade que propomos vai além do trabalho manual. Precisamos ultrapassar o estágio em que os pais e a comunidade só são chamados à escola para tomarem conhecimento dos resultados – geralmente insatisfatórios – obtidos
por seus filhos, para pagar as taxas da Associação de Pais e Mestres ou para contribuir na manutenção da escola através de festas.
2.3. A educação nos dias atuais
Embora já iniciado o terceiro milênio, são necessárias implementações na educação, segundo Aranha (1998, p.234):
Não estamos diante de uma simples encruzilhada, que pede desvios de percurso ou pequenas reformas, como acontece em situações de crise. O momento exige invenção, com ousadia de imaginação para criar o novo. O modelo de escola tradicional mostra-se anacrônico, e as propostas para o ensino e aprendizagem não se referem apenas às novas gerações, mas aos que permanecem excluídos do sistema, bem como à reciclagem dos adultos educados pelos antigos padrões.
Os resultados mostram uma evolução na educação, segundo os números demonstrados nos resultados dos itens das pesquisas realizadas pela Assessoria de Comunicação Social (ACS) do Ministério da Educação:



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

http://www.clickmacae.com.br/?sec=47&pag=noticia&cod=5176

http://www.almg.gov.br/not/bancodenoticias/Not_659450.asp

APOSTILANDO disponível em: http://www.apostilando.com.br. Acessado em 28: abril de 2006
Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases), que estabelece em seu Artigo 2º, (1996, p.1): “A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

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